Quando penso em você meus olhos denunciam-me, marejando.
Meu corpo sofre as ações desse quase amor
É o momento do instante, da essência do que é a dor
Meu estomago dói, meus nervos se contraem.
Enjoos e dores me
deixam com um amargo na boca.
É viscosa e morna, amarga e cinza essa falta que você me faz
Quisera tê-lo ao menos em meus sonhos
Mas cada vez mais
raros nem assim o tenho, em sonhos

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