sábado, 4 de janeiro de 2014

Inacabado


Quando penso em você meus olhos denunciam-me, marejando.

Meu corpo sofre as ações desse quase amor

É o momento do instante, da essência do que é a dor

Meu estomago dói, meus nervos se contraem.

Enjoos e dores  me deixam com um amargo na boca.

É viscosa e morna, amarga e cinza essa falta que você me faz

Quisera tê-lo ao menos em meus sonhos

 Mas cada vez mais raros nem assim o tenho, em sonhos



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